Blog sobre relacionamentos, corte e lifestyle cristão.
 
 

relacionamento com propósito

#Testemunho | Casamento – Douglas & Vera.

O testemunho de hoje é um tanto diferente, pois esse casal oficializou o casamento diante dos homens/lei e apenas depois de um tempo realizaram o casamento religioso e passaram a viver como casal.

 

Assista e seja edificado! 😉

 

 

Testemunho: Douglas e Vera.

Igreja: Videira Armênia – São Paulo/SP

 

Lembre-se, o testemunho edifica a igreja. Compartilhe o seu conosco através do e-mail contato@odiariodazoe.com.br.

 

O Diário da Zoe

 


#Relacionamentos | Corte – É tarde demais?

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Hello! 🙂

 

Como a Dani sempre comenta, estamos correndo muito com tudo. O casamento está chegando e eu como madrinha ( siiimmm!! *___*) tenho acompanhado e corrido um pouco também, principalmente com os chás. Fora todos os outros projetos que temos nos envolvido… É muita coisa!

 

Em uma reunião de um desses projetos entramos no assunto “Corte” (não poderia ser diferente! hahahaha), e surgiu a questão sobre as pessoas que estão em uma idade considerada ultrapassada para se relacionar. Há esperança? Como já dizia minha querida Ana Paula Valadão: “Há esperança pra você!”.

 

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Cada pessoa quando chega na vida da igreja tem um histórico e vem de contextos diferentes, mas eu quero lembrar que Deus é o mesmo. O que você quer dizer com isso Carol? Quero dizer que Deus preza a santidade, independente de quem seja ou do histórico de vida da pessoa, porque sem a santidade não o veremos. Muitos irmãos que já tem idade avançada acham que a corte é só pros jovens “beeeem” jovens, mas eu quero esclarecer algumas coisas sobre o assunto.

 

Eventos X Processos

 

Vivemos muitos eventos em nossas vidas. Um deles é o evento da salvação. Você foi salvo na mesma hora que se arrependeu da vida que levava e confessou Jesus como seu único e suficiente salvador. Aleluia!

Após esse lindo e marcante evento vem o processo de desenvolver a salvação, de transformação em sua vida e mais um monte de coisas que, se respondidas no tempo e da maneira que Deus quer, corre muito bem.

O que acaba nos prejudicando, principalmente no quesito tempo de espera são as nossas decisões, que na maioria das vezes atrasam o processo de Deus em nossas vidas. Você pode até dizer: “Mas Carol, as decisões ruins que tomei foram em meu tempo de ignorância, quando ainda não conhecia Cristo!”. Infelizmente as coisas não funcionam assim, principalmente no que diz respeito às consequências dos nossos pecados. O pecado é perdoado pelo Senhor, mas a consequência não é tirada. Deus é amor, mas também é justiça.

Sempre exemplifico essa questão de pecado e consequência como o caso de uma adolescente que engravida. Ela se arrepende do pecado, mas o filho, que é a consequência disso, não some da barriga dela no instante que ela se arrepende. Entende? Por isso que tantas coisas em nossas vidas demoram um pouco mais pra acontecer. Costumamos falar que quando não respondemos/obedecemos a Deus em determinada situação, acabamos “repetindo de ano”, como na escola. Dessa forma, toda vez recomeçamos os processos, e uma coisa que não volta atrás é a oportunidade perdida e o tempo que passa. 🙁

 

 

Como agir então?

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Aqui no blog sempre falamos sobre o tempo de espera, sobre a corte em geral e algo que sempre falamos, e que é o estado normal do cristão nascido de novo, é sobre ser guiado pelo Espírito Santo. Ao invés de chorar que está pra “titia”, ore ao Senhor, peça a instrução daquEle que tem a resposta certa pra você.

 

Após ouvir a voz de Deus, obedeça àquilo que Ele te falou/instruiu, não pule etapas (por que isso pode fazer você gastar mais tempo ainda), seja alguém que tem o coração guardado em Deus, que acredita no Deus do impossível para resolver as suas questões. É tão interessante ver que nós temos muita fé e cremos no agir sobrenatural de Deus quando a obra é na vida de outro, mas quando é algo em nós, nunca temos fé suficiente. 🙁

 

Nesse período de grande crise, nunca deixe de compartilhar com a sua liderança, tenha apoio para esse tempo difícil (realmente muito difícil), seja instruído por alguém com mais experiência que você.

 

“Carol, me encaixo no que você falou, estou em uma idade considerada avançada para me relacionar e estou com interesse em uma irmã (ão). O que devo fazer?”

 

A resposta para a sua pergunta está no post: desmistificando a corte, porque o procedimento para um casal mais jovem em nada difere para você. Não quer dizer que só porque você tem idade X, que no mundo vivia isso e aquilo, que talvez já tenha filhos que você tem imunidade para se relacionar como quiser e deixar a corte para “os mais jovens”.

 

A corte é o padrão de relacionamento aplicado em nossas igrejas porque entendemos, diante da palavra de Deus, que casamento é coisa séria! Como falei no início da nossa conversa, Deus preza a santidade em TODOS e o fato de você ter mais idade não significa que está imune a pecar ou a cair, além do que a corte não se limita à falta de contato físico, é preciso ter mais revelação para se relacionar dessa forma.

 

Quero, nesses dias, te encorajar a se guardar em Deus, independente da circunstância, mesmo que ache que já “pra titia” e não ver saída para você. Declaro que os seus sonhos de casamento serão restaurados, você viverá o melhor de Deus nessa área da sua vida e toda a glória será dada ao nome do Senhor Jesus por ter feito tão grandes coisas, que aos seus olhos, e de muitos, parecia impossível.

 

 

Com amor,

 

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anacarolina@odiariodazoe.com.br

@anacarolina.dz

 

 

 

 


#Testemunho | Corte // Casamento – Bruno & Raquel Peitl.

Confira o lindo testemunho de corte e casamento do Bruno & Raquel Peitl. 😉

 

 

Testemunho: Bruno e Raquel Peitl.

Igreja: Videira Armênia – São Paulo/SP

 

 

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O Diário da Zoe

 

 

 


#Relacionamentos | Corte – Posso fazer uma lista?

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Oi gente,

A cada dia que passa meu coração fica mais cheio de expectativas para o casamento, mas também tenho tido alguns pesadelos. 🙁 Acho que fico pensando tanto em algumas coisas que quando chega na hora de ir dormir minha cabeça dá um nó rsrs. Bom, tenho orado e colocado diante de Deus, porque não aceito ser perturbada por esses sonhos.

Essa semana tiramos pela primeira vez os nossos passaportes (meu noivo e eu). O Rafa, meu noivo, tem uma palavra profética sobre a vida dele de que, quando ele tirasse o passaporte, as coisas começariam a acontecer para o chamado de Deus se cumprir. Imagina como está nosso coração?!?! 😀

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Depois de colocar o papo em dia, agora vamos ao que interessa: O post de hoje!

 

Existe uma dúvida que ronda muitas mentes: posso fazer uma lista de características que especifiquem pra Deus o tipo de homem ou mulher com quem quero me casar? 

 

Já quero começar contando o meu testemunho sobre isso. Eu fiz uma lista! Você que acompanha o blog já me viu contar, diversas vezes, da decepção que sofri mesmo depois de ter decidido esperar a pessoa certa. Pois bem, quando isso aconteceu fiz um voto no qual me consagrei totalmente a Deus e decidi que só beijaria o meu marido no altar. Nesse mesmo dia, fiz uma lista de características que eu gostaria que o homem com quem eu fosse me casar tivesse. Então, depois disso, passei a orar por essa lista.

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Claro que essa minha lista não era baseada nos perfis Hollywoodianos que meus olhos carnais gostavam. Fiz de acordo com a Palavra de Deus e creio que o Senhor se alegrou com isso. Também não fui religiosa a ponto de só mencionar características espirituais, fui sincera diante de Deus e coloquei tudo o que eu realmente desejava. Me senti muito amada por Deus ao ver Ele satisfazer os desejos do meu coração com tantos detalhes.

Todas as noites, em minhas conversas com o Rafa durante nossa corte, eu lia pra ele uma das características que eu havia pedido pra Deus e lembro que ficávamos impressionados com o que Deus tinha feito, pois em muitas coisas o Rafa era diferente daquilo que eu havia pedido, mas por uma obra de Deus aquilo havia mudado antes mesmo de nos relacionarmos e entendemos que isso foi fruto de oração.

 

Aqui são algumas das características que constavam nessa minha lista, (ela é bem grande rsrs):

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  • Que ele seja alguém apaixonado por Jesus;
  • Bom manejador da palavra;
  • Que me ame como Cristo ama a igreja;
  • Que tenha chamado pastoral;
  • Temente a Deus e sua palavra;
  • Que me inspire a seguir a Cristo;
  • Que seja frutífero;
  • Extrovertido;
  • Responsável;
  • Inteligente (Ele é muito inteligente e sabe de qualquer assunto que você perguntar. Eu amo isso nele rsrs);
  • Que ame crianças e que seja bem família (O Rafa não era nem um pouco chegado às crianças :O, Jesus mudou isso. Aleluias!);
  • Que seja humilde, goste de coisas simples, mas seja sofisticado e goste de bons lugares e boas coisas. (Gente, esse cara é o Rafael. Porque ele é simples, vai a qualquer lugar, come de tudo, fala com todos. Mas não é daquelas pessoas que se sentem mal em lugares mais sofisticados, sabe? Pelo contrário ele gosta e sabe lidar em cada ambiente).
  • Cavalheiro e romântico (Ele fez uma serenata pra mim, dá pra acreditar?)
  • Criativo, comunicativo e simpático;
  • Que goste de esportes;
  • Que goste de comidas e pessoas nordestinas (gente isso era essencial porque minha família é toda do nordeste);
  • Que toque violão e cante bem (gente, sonho em fazer o devocional como casal com meu marido tocando violão e cantando. E o Rafa é ministro de louvor e canta muito!);
  • Que goste de futebol, mas não seja fanático para poder conversar com meu pai (até hoje não acredito nisso, porque o Rafa é do Skate, não tem nada de futebol. Mas ele entende tudo de futebol na medida pra poder fazer companhia pro meu pai. Só Deus pra fazer essas coisas);
  • Que tenha uma experiência profissional e dê valor ao trabalho;
  • Que saiba brincar e também falar sério;
  • Que me faça rir;
  • Que não queria ter um gato (eu não gosto de gatos UHAuh)
  • Que goste de comer feijão (somos viciados em feijão rs);
  • Que se vista bem, independente da ocasião (o Rafa está sempre bem vestido);
  • Que seja firme em suas opiniões.

Minha lista é muito maior do que isso, mas foi só pra você ter uma noção do que eu coloquei. O Rafa se encaixa em todas essas características, mas tem coisas da minha lista que ele não se encaixa, mas nem por isso deixei de me relacionar com ele. Até porque temos uma vida toda pela frente e algumas dessas coisas ainda podem acontecer, por exemplo, na minha lista tem: alguém que saiba pilotar moto e dirigir carro, o Rafa não faz nenhuma das duas coisas ainda, mas isso não significa que não vá fazer.

Eu acredito que precisamos saber o que queremos porque se não soubermos, como é que vamos identificar quando encontrarmos? Não acho que todos devam fazer uma lista como eu fiz, mas é importante você ter um alvo em mente.

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Cuidado para não ir de um extremo a outro. Não perca as oportunidades só porque alguém não se encaixa em sua listinha. O sapo que você está vendo às vezes pode ser o príncipe ou a princesa que você está esperando.

 

Outro dia assisti um bate papo muito legal que fala sobre esse assunto. Acredito que vai te ajudar.

Lembre-se:

Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração.Salmos 37:4

 

Que o Senhor derrame da graça dEle sobre você, assim como fez comigo.

 

 

Com amor,

 

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@danielle.dz
danielle@odiariodazoe.com.br

 


#Testemunho |Do Namoro para a Corte – Talita e Jeff

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“Por que para todo propósito há um tempo determinado por Deus.”

 

Acredito piamente que existem segundo, minuto e hora marcados pelo Senhor para cada acontecimento em nossas vidas, Ele, inclusive, com sua imensa sabedoria, conhecendo que nós humanos, limitados que somos vamos sempre querer dar um jeitinho de fazer com que as coisas aconteçam ao nosso tempo, faz-nos então trilhar caminhos que nos levarão, mesmo sem que nós percebamos, ao destino que é o propósito Dele. Quando entregamos a Ele nossos caminhos e todo nosso coração, Ele se encarrega de organizar as circuntâncias para vivermos os sonhos perfeitos que nasceram no coração Dele para nós.

Talita:

Hoje tenho 24 anos e posso dizer que nasci em berço cristão, fui ensinada pelos meus pais o caminho que deveria andar. Eles exerceram sua autoridade de uma forma muito firme, quando preciso, para que eu dedicasse minha infância e parte da adolescência aos trabalhos da igreja. Como, infelizmente, acontece com muitos que viveram a infância dentro da igreja, não foi nesta época que tive um encontro verdadeiro com o Senhor e vivia uma vida dupla, ou seja, estava dentro da igreja, mas com o coração voltado a experimentar as coisas que os adolescentes do mundo viviam. Desta forma comecei a ter relacionamentos na adolescência, ficando até mesmo com rapazes da igreja, como era comum entre os jovens que não eram tão instruídos quanto a importância de guardar o coração e o corpo, como hoje temos a oportunidade de ser.

Aos 17 anos, após alguns relacionamentos frustrados, eu já carregava muitas marcas e feridas na alma. Comecei então a trabalhar e, junto com a ‘independência financeira’, veio também a possibilidade de conhecer o mundo, algo que enquanto dependia totalmente dos meus pais era impossível, pois eles eram muito controladores dos locais que frequentava e amizades que tinha.

Me afastei da igreja. No início foi algo muito chocante para minha família, meus pais sofreram muito, mas com o passar do tempo decidiram que a melhor forma de me ajudar era orando e apresentando a minha vida àquEle que poderia transformá-la verdadeiramente.

Hoje tenho certeza que o Senhor me guardou e me livrou em todo tempo de muitas investidas do inimigo para acabar com a minha vida e devo muito às orações deles. Mas resumindo, fui para o mundo viver todos os prazeres momentâneos que a nossa carne quer, mas que no final resulta naquele vazio que nos suga para um buraco enorme dentro de nós – é como ficamos sem Jesus: vazios.

Entrei para a faculdade, comecei a conhecer um novo universo. Sob esta nova perspectiva meus sonhos e ideais começaram a tomar um rumo: queria viver pelo mundo, viajar, estudar, preencher o espaço do relacionamento homem e mulher com alguns casos pontuais, nada sério. Casar e constituir familia? Jamais! Eu tinha muitas coisas para viver e não queria perder a liberdade que eu imaginava ter.

Jefferson:

Enquanto eu vivia tudo isso, o Jefferson estava lá… (rsrs). Ele foi criado numa família totalmente diferente da minha, com pais separados, viveu parte da infância passando temporadas na casa da mãe e temporadas na casa do pai e, decorrente disto, nesta época, já nascia lá no oculto do coração dele o sonho de constituir uma familia e ter um casamento que durasse para sempre.

Ele tentou carreira no futebol (paixão que ele tem até hoje e que estou aprendendo a aceitar Hahaha), mas por alguns incidentes ocorridos acabou desistindo de se profissionalizar. Na adolescência também começou as descobertas: se relacionar com garotas, namorar, etc (Não gosto muito dessa parte). Após alguns relacionamentos também mal-sucedidos, lá estava o Jefferson com várias feridas e vendo seu sonho de constituir família frustrado, já que na sociedade que vivemos a valorização da família é algo cada vez menos importante. Começou, então, a colecionar relacionamentos – algo normal para um homem que nunca havia tido nenhum contato mais profundo com a palavra de Deus e não fazia parte de nenhuma religião, mas nestes relacionamentos ele não conseguia se envolver sentimentalmente.

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Nós- Como Tudo começou:

No Ano de 2012 eu trabalhava em uma balada (comecei a trabalhar para facilitar minhas saídas e evitar os questionamentos dos meus pais, afinal, era trabalho) e foi em uma balada que nos conhecemos. Conversamos um pouco, trocamos telefone e em seguida algumas mensagens. Dois dias depois fui numa festa convidada por um amigo em comum e nos encontramos lá. Foi ali aonde tudo começou. Um relacionamento que teve um inicio mega conturbado, com muitas mentiras, brigas.. e que não entendíamos porque levávamos adiante. Hoje, embora não acredite em predestinação, creio que tudo isso fez parte dos planos do Senhor para nós.

Após 6 meses, aproximadamente, assumimos o namoro, porém conversamos e decidimos que ele não viria na minha casa naquela época, veríamos primeiro como seria para, só depois, apresentá-lo aos meus pais. Na verdade eu não queria apresentá-lo, pois não via futuro em nosso relacionamento. Embora gostasse dele, havia muito ciúmes e desconfiança da minha parte que geravam brigas e mais brigas e isso me fazia pensar que não iríamos muito longe.

Um ano se passou…

Como eu falei anteriormente, o Jefferson ama futebol e faz parte de um time. Um amigo do time sempre o convidava para ir à igreja que frequentava fazer uma visita e o Jeff sempre me chamava, mas eu estava tão fria espiritualmente que não sentia a mínima vontade de ir.

Após muitos convites, resolvemos ir um dia conhecer a tal igreja e… Nossa! como amei.. O louvor, a Palavra… Tudo! Era uma igreja totalmente diferente da que cresci (e pela qual tenho profunda consideração e admiração até hoje), mas ali era como se eu tivesse achado meu lugar e era tão pertinho de casa, como não havia conhecido antes?!

O Jefferson também gostou muito e, assim, começamos a frequentar os cultos da Igreja Comunhão e Vida Recanto Mônica (Atual Videira Recanto Mônica – Alto Tietê).

 

Nosso encontro com Cristo

Após alguns cultos já nos sentíamos muito tocados e o Jefferson falava sempre em aceitar Jesus como salvador e por que eu não me reconciliava? Eu dizia a ele que sentia vontade, porém, a partir do momento que me reconciliasse mudariam muitas coisas em nosso namoro (que até então era um namoro como qualquer outro do mundo, tinhamos toda a intimidade prematura que apenas um casal de marido e esposa deveriam ter) e, assim, não tomávamos a atitude.

Alguns dias se passaram e mais alguns cultos… Estávamos prestes a fazer uma viagem juntos, quando em um culto em que havia ouvido muito a voz do Senhor, na hora do apelo o Pr. foi mais insistente do que o normal. Algumas pessoas já tinham atendido ao apelo, mas ele dizia que o Espirito Santo o fazia sentir que havia mais pessoas que o Senhor estava chamando naquele dia.

Eu me sentia tocada, mas a acusação do pecado não me deixava ir. Então o Pr. disse algo que me fez ter certeza que Senhor estava me chamando. Em seu discurso ele falava “Existem pessoas que o Senhor está tocando e elas não vem por que dizem “Mas Senhor, e se eu pecar de novo?”. O Senhor manda dizer, filho(a), que “Ele sabe que você vai pecar de novo, mas que Ele estará ao seu lado para te ajudar”. Foi o que eu precisava ouvir para atender ao apelo chorando. No mesmo dia o Jeff aceitou Jesus como salvador.

A partir dali começamos nos envolver mais no corpo de Cristo, começamos a visitar algumas células, conhecer mais os jovens da igreja. Contamos com a ajuda muito importante de alguém que se aproximou de mim nesta época: minha futura discipuladora, hoje amiga e madrinha de casamento. Ela começou acompanhar, fazer discipulados e eu, inocente, sem saber que estava sendo sondada (kkkk). Abri pra ela o jogo: não tinha vontade de casar, queria continuar namorando com Jeff, mas assim, do jeito que estava. Nesta época já havia apresentado ele aos meus pais e começávamos a nossa luta para manter um namoro Cristão, porém, continuava cheio de brigas, ciúmes, etc.

Passamos pelo Encontro com Deus e foi algo tremendo, claro! Na última ministração o Jefferson veio me falar sobre casamento, que durante o encontro havia sentido isso no coração e que em um determinado momento, um certo irmão (que se tornou muito querido depois) falou pra ele que deveria me pedir em casamento. Minha reação? Fiquei com muita raiva (kkkkk). O encontro havia sido maravilhoso por que o Jefferson tinha que falar em casamento? (eu ainda tinha que ser tratada quanto a isso).

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Conhecendo a Corte

A nossa escolha pela corte foi o que salvou nosso relacionamento. A minha discipuladora foi quem me apresentou a corte, através de um livro, que quando li a primeira vez tive vontade de rir. Pensava: “isso existe?”.

Ela explicou sobre como funcionava, mas disse que era uma escolha, ninguém era obrigado a fazer. Não demorou muito para que as pessoas pudessem perceber o quanto tínhamos problema em nosso namoro e começamos ser acompanhados.

Um dia tivemos um almoço e discipulado com o casal que eram discipuladores do Jeff (ficamos em células diferentes – eles também foram nossos padrinhos de casamento), eles haviam casado em corte e, sutilmente, naquele dia nos contaram seu testemunho . Sai de lá pensando: “isto é impossivel para mim. Se nós nos conhecêssemos agora, tudo bem, mas não! Já temos um relacionamento. Como voltaremos a ser amigos e viveremos uma corte?”

Mas confesso que ali já queimava uma pequena vontade. Comecei achar a corte algo tão romântico (e olha que nunca fui essas garotas melosas não kkk) e no meu coração surgiu um pouquinho de tristeza, me perguntava: “porque tinha que ser daquele jeito? Porque não podíamos ter nos conhecido agora e viver uma história mais romântica?

A conversa sobre casamento passou a ser mais constante e as brigas também, pois aí chegávamos a um impasse: eu queria estar com ele, mas não tinha vontade de casar, não me via casada com ele (nem com ninguém) e o Jeff não queria mais namorar por namorar. Eu vivia com coração angustiado, pois não sabia o que fazer. Eu não tinha coragem de terminar, porque além do sentimento que tinha eu temia que ele se afastasse do Senhor, porque achava que grande parte de ele estar envolvido na igreja era por minha causa (bobinha eu kkk).

Um dia, minha discipuladora disse algo que me deixou pensativa: “o que não nos traz paz, não é fruto do que vem do Senhor.” Nosso relacionamento não era de Deus? Talvez não naquele momento.

Um certo dia, o Jefferson me colocou na parede: ou eu decidia que queria casar com ele ou terminaríamos. Não iríamos continuar namorando por namorar. Resultado: terminamos. Se não me trazia paz eu não iria dizer sim, principalmente para uma decisão tão importante. A palavra ‘casamento’ me trazia um pesar enorme, eu sabia que era uma super responsabilidade, afinal, é para sempre!

Naquele dia lembro que fui arrasada para meu quarto, ajoelhei para orar e disse ao Senhor que entregava ali para ele os meus sonhos e tudo aquilo que faria parte do meu futuro. Não queria nem pedir nada, porque poderia atrapalhar o que viesse Dele: queria viver o que Ele sonhou para mim, eu confiaria Nele. Foi uma oração tão sincera… aquele dia me senti tão próxima Dele! Descansei.

Desintoxicação

Chamo essa fase de desintoxicação do namoro (kkkk). Este foi o momento de muitas mudanças. Passei me envolver mais com as meninas da igreja, passei a realmente construir uma identidade de princesa e entender que era filha do Rei, sentir prazer em estar envolvida nos trabalhos da igreja.

Enquanto isso o Jefferson começou a desenvolver uma intimidade e uma base sólida no relacionamento com o Senhor. Aquele meu medo de que ele se afastasse da igreja por minha causa, bobeira. Acredito que o Senhor usou isso também para que hoje eu pudesse vê-lo como cabeça do nosso casamento. Meu Pastor.

Nos afastamos por um período. Não nos faria bem estar perto. Depois de um tempo voltamos, aos poucos, a nos aproximar de uma forma muito natural, nada planejado, afinal, tínhamos amigos em comum, frequentávamos a mesma igreja, quase todos os sábados nos reuníamos para ver filmes juntos com os jovens da igreja. Fomos voltando a ter contato como amigos.

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Escolhemos a Corte

Neste período que passou, eu vivendo como princesa, passei a querer  um príncipe, um casamento, uma família. Foi incrível como aquele meu sentimento de ver o casamento como uma ‘prisão’ foi mudando e, quando percebi já era algo com o qual sonhava. E então… cada dia mais esse príncipe passava a tomar forma, ter um rosto (bem conhecido por mim) e atendia pelo nome Jefferson (Hahaha). Assim meu príncipe ia deixando de ser aquele cara frio, que não se envolvia sentimentalmente, para se tornar romântico, me surpreendendo com cartinhas e olhares apaixonados.

Daí passei a ter a certeza: era ele que seria meu marido e era com ele que queria passar o resto da minha vida. Juntos que viveríamos o propósito do Senhor para nós.

Em agosto de 2014, após seis meses que havíamos terminado nosso namoro, oficializamos a nossa corte.

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Relacionamento de Príncipe e Princesa

A nossa corte foi linda, como deveria ser. Muitos momentos mágicos. Fomos vendo o Senhor tratando em nós muitas coisas. Coisas que eu não gostava no Jeff, coisas que ele não gostava em mim. Éramos sempre acompanhados por nossos amados discipuladores e obreiros de jovens da nossa igreja, que estavam sempre presentes em nossas vidas, aconselhando e orando por nós. Nossa Família, também, era muito presente e participativa e foram fundamentais em nos apoiar nas nossas escolhas. Neste momentos haviam outros casais em corte na igreja com quem dividíamos os sonhos, anseios e experiências. Foi uma fase mágica! Coisas de príncipe e princesa.

 

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Já sonhávamos com casamento, mas parecia algo tão distante dadas as circunstâncias (eu desempregada, O Jeff cheio de dividas também). Aos nossos olhos, um casamento com cerimônia e festa era algo impossível, por isso eu nem queria alimentar expectativas quanto a isso. Mas como meu corte sempre havia sonhado com casamento e havia se tornado um homem de fé começou me incentivar e, após recebermos algumas palavras da parte do Senhor, começamos a planejar, mas, para começar a colocar os planos em prática (na verdade a fé, que era tudo que tínhamos para por nossos planos em prática), faltava algo. No dia 13 de dezembro de 2014, após um culto de jovens que tivemos, onde reunimos todas as igrejas que faziam parte aqui da nossa região, o Jeff me pediu em casamento. Sou suspeita para falar, mas foi tudo lindo! rsrs.

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Nosso Felizes Para Sempre

A Partir de então começamos a orar e agir, afinal, a fé sem obras é morta! Não tínhamos condições (e não tínhamos mesmo!), mas tinhamos a promessa do nosso Pai, e isso nos bastava. Até hoje não sabemos explicar como, mas no dia 25/07/2015 nos casamos, numa cerimonia e festa simples, mas que foi da forma que sonhamos (como o Senhor havia prometido que seria) e repleta de amor.

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Algo que nos marcou muito foi participação de tantas pessoas que sonharam conosco e tomaram esses sonhos para si, vivendo-o como se fossem seus! Familiares, amigos, irmãos e muitas pessoas que foram sendo colocadas em nossas vidas como por acaso, mas que, com certeza, faziam parte dos planos do Senhor, pois tudo contribui para o bem daqueles que o Amam! (Lágrimas nos olhos ao lembrar de como nos sentimos amados). Claro que não poderia faltar muita emoção no grande dia. O Senhor cuidou de cada detalhe mesmo, e foi assim, a nossa história escrita pelo Rei do universo, que adora romances.

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Sei que ficou mega longo (e olha que ainda tinha muito mais kkkkk), mas se você chegou até aqui, espero que tenha sido edificado pela nossa história. Creia que para o Senhor não há sonhos impossíveis e que Ele se preocupa com cada detalhe dos nossos. Tenha fé e confie Nele os seus. Deixe de lado a ansiedade. Se hoje você está aguardando no Senhor, espere com paciência, aproveite cada fase. A vida de casado é maravilhosa e a vida de solteiro é tanto quanto… é só sabermos viver cada fase, sem estarmos ansiosos pelo amanhã, pois dele nosso Pai ja está cuidando!

Tudo no tempo Dele é Perfeito, e todas as coisas cooperam para o bem dos que o amam.

Testemunho: Talita e Jeff.
Igreja: Videira Recanto Mônica – Alto Tietê

Se você também tem um testemunho, envie um  e-mail para: contato@odiáriodazoe.com.br
Lembre-se o testemunho edifica a igreja, não deixe de compartilhar.

O Diário da Zoe


#Relacionamentos | Corte – Luto?

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Há algumas semanas recebi uma pergunta de uma leitora e logo pedi a autorização dela para compartilhar com vocês:

 

“Estive na corte durante 5 meses. Ele gostava de mim, porém não era recíproco.

Eu sempre pedia para Deus não deixar eu agir nas emoções, porque já havia me frustrado agindo assim, tanto que entrei nessa corte pedindo para que Deus colocasse sentimento, caso fosse a vontade dEle.

O tempo passou e nada mudou, via-o apenas como amigo. Em paralelo, eu estava em crise, pois estava sendo levantada como discipuladora e até pensei que essa situação fazia parte de um teste para mim, mas o sentimento não vinha. Foi então que conversei com meus pais/pastores e decidi terminar a corte.

Conversamos e ele entendeu, mas depois de tudo eu senti um vazio, algo estranho… O que eu devo fazer agora? Existe “luto” por um relacionamento logo que acaba?” – Carol, 21 anos.

 

Achei interessante trazer a dúvida da minha xará para um post porque essa, com certeza, é a pergunta de muitos.

 

É comum no mundo relacionamentos acabarem de várias formas e de a reação das pessoas serem diversas. Muitas não conseguem olhar a outra pessoa, atravessam a rua se veem a pessoa, etc. Entendemos que a corte é uma benção porque até nisso ela nos guarda. Você entra na corte com o intuito de conhecer a pessoa com uma amizade mais próxima e, se percebe que não é aquilo, pode terminar a corte tranquilamente… Sem peso na consciência, sem envolvimento físico, sem sequelas e sem estar amarrado à outra pessoa pela eternidade (calma, eternidade é força de expressão! Kkkk. sou um pouco exagerada). Costumamos dizer que a corte foi feita para acabar, acabar em amizade ou em casamento! E é exatamente isso.

 

É claro que em alguns casos de término da corte fica algum sentimento, mas, ao terminar, ambos precisam ter a convicção do que estão fazendo, se estão terminando por não ter paz para levar o relacionamento adiante, se já perceberam que o outro não é compatível, se acham que não é o tempo para se relacionarem… Há uma série de motivos para se terminar a corte.

 

Em uma conversa com o Pr. Abel Rodrigo sobre a corte, ele deu um exemplo muito bom. Ele comparou a escolha da pessoa para o casamento à escolha de um sapato. Por exemplo: nós calçamos determinado número de sapato, (no meu caso é 37) e no mundo todo não há apenas um sapato 37, há uma infinidade! Não sou a Cinderela para ter apenas um sapato que se encaixe em meu pé. O que quero dizer com isso? Que tem um tipo de pessoa que te completa, mas é um tipo, um número… Você está aí com o seu livre arbítrio para escolher o sapato, porém, dentro do seu número. Muitas pessoas acabam escolhendo sapatos que não são seus números, o que dificulta as coisas, afinal, se meu número é 37 porque vou usar 39? Ficará um tanto largo e com o tempo isso incomodará. Entende?

 

Na corte a questão do sapato é um fato. Com certeza a Carol deveria calçar um número e o rapaz com quem iniciou a corte deveria ser de outro. É maravilhoso quando conseguimos enxergar isso em tempo hábil, quando ainda tem volta, pois o casamento é aliança eterna, seja com seu número ou com números maiores/menores.

 

Diante do que a Carol nos contou, de fato a melhor decisão foi terminar a corte, pois sempre que há confusão ou dúvida é bom rever a situação e tomar uma atitude, no caso dela, terminar.

 

Agora, falando especificamente sobre o “luto”, é claro que após terminar um relacionamento sentimos um “vazio” porque apesar de não ser a pessoa do seu número, a pessoa vira sua companheira e isso faz com que sintamos falta. É o tal vazio que a Carol relatou na pergunta pra nós. É importante que o relacionamento com Deus tenha sempre a primazia em nossas vidas, pois quando acontece uma situação como esta você tem pra onde correr: os braços de Jesus.

 

Vivi uma situação diferente de término de corte, um termino de namoro, o que foi um tanto mais traumático. Mas o que me fez avançar e não olhar pra trás com carência da amizade e companheirismo que a pessoa me oferecia foi me apegar ao Senhor e caminhar com pessoas que me levavam pra mais perto do Senhor, as famosas boas companhias.

Algo que me ajudou muito também foi ocupar a minha mente com as coisas do alto. Li muitos livros, a Bíblia, foquei no crescimento da minha célula, enfim… Mudei o meu foco por entender que não era tempo para aquilo em minha vida.

 

Resumindo: não há propriamente um tempo de “luto”, mas sim um tempo pra você se readaptar sem a pessoa na sua vida colocando em pratica as dicas que dei ali em cima.

Você pode pensar: mas Carol, esse tempo de adaptação não é a mesma coisa? Não! Você entende o que é estar de luto? Pesquisei a respeito e descobri que a palavra luto vem do latim “luctus” que quer dizer dor, mágoa, lástima, desgosto… E o tempo de adaptação não tem nada a ver com mágoa, desgosto… Pelo menos na corte não, porque a decisão de terminar é sempre algo pautado por oração e direção de Deus.

Algo que muitas vezes toma conta dos pensamentos de quem termina um relacionamento é achar que não vão se relacionar tão cedo com mais ninguém. Não aceite essa mentira! As coisas com o Senhor são rápidas, só depende de nós respondermos.

 

Espero que trazer essa pergunta tenha te ajudado a esclarecer a questão do término da corte. Como falamos, ela foi feita pra acabar, seja em amizade ou casamento.

 

Você tem dúvidas também? Comente o post ou nos envie através do e-mail contato@odiariodazoe.com.br.

 

 

 

Grande abraço,

 

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anacarolina@odiariodazoe.com.br

@anacarolina.dz


#Testemunho | Rosângela e Edson – Ele.

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E lhes darei um só propósito, um só coração e um só Caminho; a fim de que me amem com amor reverente para sempre, para o seu bem e para o bem de seus filhos no futuro. Farei com eles uma Aliança eterna: não deixarei de abençoá-los com tudo de bom e colocarei o meu temor no íntimo do seu ser, para que nunca mais se afastem de mim.  Jeremias 32:39,40

 

A minha infância parecia um acompanhamento militar, meus pais vieram do Nordeste e juntos conquistaram seus espaços aqui em São Paulo. Com isso, buscaram passar esse zelo e determinação para mim e meu irmão mais velho. Vivíamos debaixo de uma forte disciplina de horários e o que devíamos ou não fazer. Apesar das regras, crescemos num lar onde tinha muita festa, celebração, mas também um lar onde tinham muitas brigas. Por um lado meu pai passivo e calado, e do outro, minha mãe super ativa, a governanta da casa, que mandava, determinava e organizava com braço forte. Um lar aparentemente comum, mas onde visualizava um padrão de relacionamento completamente ineficaz, pois, ambos apenas desfrutavam das coisas materiais, sem ter um relacionamento verdadeiro. Com o passar dos anos, totalmente distante do evangelho, cresci e aprendi a me relacionar por mim mesmo, estudei em escola particular e era mimado por meus pais em tudo. Tive amizades que me apresentaram a bebida alcoólica, drogas, balada, etc. Por volta dos 17 anos minha mãe se converteu em uma igreja super tradicional e tentou levar toda a família aos cultos, mas da forma que ela pensava ser o certo, truculenta e forçada. Com isso fui pegando mais desapreço pelo evangelho, a cada dia me afundando nas drogas, festas e pulando de relacionamento em relacionamento, coração vazio e sem propósito.

 

Quando tinha mais ou menos 23 anos meu irmão mais velho se converteu também em uma igreja tradicional, e em 3 anos ele se casou com uma moça que a família frequentava a igreja Videira. Eles decidiram ir no Encontro com Deus,  e lá ele se converteu verdadeiramente e começou um processo de nos aproximarmos. Foram 4 anos orando, sendo que no ultimo ano a célula era em minha casa, mas fiquei 1 ano ainda postergando para conhecer.

 

Em novembro de 2010 fui a primeira vez a uma célula de adultos e 2 semanas depois fui ao Encontro. Tive um encontro tão poderoso com Deus, que lá mesmo ouvi a voz de Deus falando que eu só iria beijar a minha esposa no altar. Como um jovem que desconhecia a bíblia, fui buscar conselhos com os líderes que cuidaram de mim no Encontro e eles me contaram sobre a corte. Lembro-me que fiquei curioso e interessado em conhecer o padrão da corte, logo no primeiro mês escutei as ministrações do Pastor Naor e li o livro dele, tomei a melhor decisão para minha vida, viver em consagração a Deus.

Na época eu estava namorando com planos para me casar. Como eu não tinha padrão algum de relacionamento, carreguei esse namoro por mais 1 ano, mas depois desse tempo decidi abrir mão do relacionamento, pois a antiga namorada não havia se convertido e não tinha mais propósito continuarmos juntos. Devida a dor de romper o relacionamento, naquela época já com 3 anos, fiz um propósito diante de Deus de somente abrir meu coração para a moça que eu tivesse convicção que iria me casar e decidi me separar ao ministério. Fiz os cursos, Ceifeiros, Maturidade e CTL, fui levantado como líder de célula, e em 2 meses liderando multipliquei a célula em 3, estava muito feliz e realizado em tudo que Deus estava fazendo em minha vida. E foi que entrei no Curso Pastoral Presencial, na Vila Mariana. Foi então que Deus iniciou os planos de Deus em minha vida quanto ao meu casamento. Minha atual esposa também ingressou no Curso Pastoral, e eu me comprometi a compartilhar todo o material das aulas com os alunos que eram de Itaquera e com isso comecei a ter um relacionamento bem distante com a minha futura côrte. Naquele tempo não tive interesse algum, passou o primeiro ano e tínhamos apenas o vinculo através do curso, ela foi enviada para a Microigreja de Itaquaquecetuba e eu permaneci crescendo em Itaquera.

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Com o passar do tempo, no segundo ano depois de muitas experiências no curso e fora dele, ao final do segundo ano comecei a lembrar de cada momento que vivi no curso e veio o interesse em contatar a Rosangela para ver como ela estava, e começamos a conversar sobre ministério e a vida com Deus. Lembro-me que Deus me deu uma palavra num momento que ela estava passando por lutas e desafios, uma palavra encorajadora, e nesse período comecei a olhar a Rosangela com outros olhos. Logo que percebi isso, fui falar com meus líderes, pois até então só ouvia falar dela, não sabia nada da história dela e o meu primeiro discipulador, o Pastor Clayton Monteiro, foi líder dela e marquei de compartilhar dos meus sentimentos com ele. Ele me deu diversas direções e lembro-me para primeiramente guardar meu coração e manter esse contato seguro, sem envolver o pessoal, conversei com o Pastor Leonardo que pediu para que eu fizesse um propósito de orar e me consagrar até que Deus confirmasse essa aproximação. Passaram alguns dias e logo esse sentimento foi aumentando a ponto de querer saber mais e mais dela. Fiz o pedido ao Pastor que gostaria de relacionar e conhecê-la. Alguns encontros foram promovidos entre eu, ela, discípulos e líderes nossos para nos conhecermos. A cada encontro era gerado mais e mais convicções no meu coração que poderia ser ela a mulher que iria cumprir o propósito de Deus junto comigo. Entramos em côrte após poucos meses desse inicio de vinculo. O pastor oficializou nossa corte e oramos para definir a data de nosso casamento, que foi em outubro de 2014, 11 meses depois de tudo isso.

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Nesse tempo promovemos encontros, sempre debaixo da benção dos nossos líderes. Nos primeiros meses nos encontramos sempre acompanhados para preservar nossos corações e faltando 6 meses para o casamento começamos a nos encontrar sozinhos para obter mais vínculos. Iniciamos o curso de noivos, realizado pelo Pr. Leonardo e Pra. Mariana Almeida, e foi uma benção, crescemos muito. Permanecemos firmes no propósito de côrte até o fim, a nossa segurança estava no temor em responder a nossa liderança, que trazia direções claras e especificas a cada período da corte. Não pensei em avançar o sinal em nenhum momento, mesmo desejando a minha esposa, pois maior era o desejo de conquistar valores em minha vida e que nenhum  membro da minha família tinha conquistado, como disse no inicio fui tão ferido com o padrão de relacionamento que via dentro de casa, entre meus pais, irmãos, parentes, que decidi ser diferente e pagar um preço maior.  A motivação de andar em santidade era alimentada pelos péssimos exemplos que via dentro de casa, o fruto que eles colhiam em não decidir andar num padrão de vida elevado. Agradeço a Deus em solidificar minhas convicções, pela Graça de Deus conquistamos uma etapa que poderemos ensinar a nossa geração vindoura e posso afirmar vale muito a pena esperar, o que colho hoje junto a minha esposa é infinitamente maior do que tudo que experimentei no mundo, o sentimento de estar trilhando um caminho guiado por Deus é fantástico. É verdadeiramente arrebatador o sentimento que Deus nos proporciona quando estamos juntos, e tenho plena convicção que foi fruto a escolha pela côrte e entendo que o preço que pagamos no início vai determinar fielmente o que colheremos no decorrer de nossas vidas.

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Eu vivi a côrte na plenitude e sou um testemunho vivo de que este é o padrão de Deus para os relacionamentos.

Nossas músicas:

 

E se você quiser ver o trailer do casamento clique aqui

Confira aqui o testemunho dela – Rosângela Melo.

Testemunho: Edson Melo

Igreja: Videira Itaquera

Cidade: São Paulo/SP

 

 

Lembre-se, o testemunho edifica a igreja. Compartilhe o que Deus tem feito em sua vida também. Nos mande um e-mail: contato@odiariodazoe.com.br.

 

O Diário da Zoe.

 

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#Relacionamentos | Treinando para o casamento!

TREINANDO

Oi gente,

Estou muito empolgada com o meu casamento, que está quase chegando e com tudo o que estou vivendo. Resolvi compartilhar um post que escrevi pro blog Sou Igreja e que acredito que tem tudo a ver com o DZ e com vocês. 🙂

Falarei sobre Treinamento!

Estamos a todo tempo sendo treinados. Desde pequenos vamos para a pré-escola treinar antes de ir pra escola, depois da escola passamos para o ensino médio para sermos treinados para a faculdade, mas antes disso ainda vamos pro cursinho pré- vestibular e, por fim, chegamos à faculdade pra treinarmos antes de ingressar no mercado de trabalho. Há, ainda, tantos outros treinamentos, cursos e mais cursos de inglês, CFC – Curso de formação de condutores – antes das aulas para aprender e treinar a direção e assim por diante.

Bem, este princípio também é aplicado aos relacionamentos. Estamos a todo instante sendo treinados para formar uma família. A forma como chegaremos ao casamento e aos filhos depende de como enfrentamos o tempo de treinamento.

É importante entender que o treinamento é equivalente ao alvo, à missão. Por exemplo, para ser um auxiliar de enfermagem o treinamento leva cerca de dois anos, já para se tornar um neurologista o treinamento começa na graduação em medicina, que dura em média seis anos mais a especialização na área de neurologia que dura o mesmo tempo, ou seja, um total de doze anos de treinamento. :O

Você até pode pensar que o casamento não é tão complexo quanto a área de medicina e que não exige tanto treino, mas sinto em lhe informar que é bem mais difícil se casar e manter uma família do que se formar em uma área como a que mencionei.

É importante ressaltar que fomos incumbidos desta missão:

Quanto a vós, sede fecundos, multiplicai-vos, povoai a terra e dominai-a!” Genesis- 9 :7

Então, como é que somos treinados para o casamento?

Quero compartilhar alguns pontos importantes que devemos treinar antes do casamento:

 

1. Emoções

Para se casar é importante que você seja alguém inteiro, como sempre falo, não adianta procurar sua outra metade em “outra” pessoa. 😉 A maturidade emocional é expressa na forma que você lida com seus relacionamentos atuais.  Alguém que tem dificuldades de relacionamento com os pais, parentes, amigos ou no trabalho não pode ser considerada uma pessoa inteira.  É preciso treinar e o ambiente familiar é o primeiro centro de treinamento, afinal, geraremos aquilo que somos. Se somos alguém que não se relaciona bem com os pais, muito provavelmente teremos problemas com o cônjuge e, posteriormente, com os filhos.

 

2. Finanças

O treinamento na área financeira começa desde criança. A forma com que você lida com o dinheiro precisa ser observada. Vejo que é uma das áreas de maior negligência, percebo a falta de responsabilidade, principalmente nos adolescentes que já são “endividados”. Não podemos ser inocentes e pensar que um adolescente com problemas financeiros, quando adulto será alguém controlado. O quanto antes percebermos os erros, mais tempo teremos para treinar e responder de forma correta. O treino pode ser inicialmente algo pequeno, como pagar seu próprio lanche na escola até chegar a pagar seu curso na faculdade.  Olhando pra minha vida, percebo que sempre tive uma tendência às dívidas. Desde pequena eu fazia conta pra comprar “fiado” na cantina da escola.  Conforme fui crescendo esse tipo de atitude piorou. Somente depois que entendi alguns princípios da palavra com respeito às finanças é que minha vida financeira mudou. Sei que não é a área onde tenho mais êxito, mas tenho buscado de Deus para que essa realidade mude.

 

3. Romantismo

Todos querem viver um casamento cheio de romance. Histórias lindas repletas de expressões de carinho e lealdade. No entanto, no tempo de treino muitos negligenciam essa modalidade e não desfrutam disso quando casados. O treino nessa área começa no ambiente familiar, a forma como trataremos nosso cônjuge será a mesma forma que tratamos nossos pais, família. Devemos declarar nosso amor aos nossos pais, abraçar, beijar, presentear, surpreender. Lembro-me de que quando eu era menor, adorava preparar a mesa pros meus pais, fazer um jantar especial ou o café da manhã. É engraçado que isso tem se reproduzido na minha prima (irmã), ela ama presentear e preparar surpresas como essa.

 

4. Pressões

Esse, talvez, seja o maior treinamento para o casamento, pois nele certamente haverá momentos de conflitos e pressões. Outro dia me deparei com uma situação em que uma pessoa que conheço teve um conflito com seu padrasto e, por conta disso, correu para a casa de seu pai. Conversando com ele perguntei: “Quando você for casado, e tiver um conflito com sua esposa, vai correr pra casa da sua mãe?” Infelizmente essa é a forma que muitos casais casados acham para resolver seus problemas, mas isso, na verdade, é fruto de respostas erradas no tempo de treino.  Eu mesma vivi dias de muita pressão; em uma das minhas crises na adolescência eu fugi de casa. Na verdade dei algumas voltas no quarteirão e voltei pra casa antes que meus pais pudessem perceber o que eu tinha feito. Eu, na verdade, entendi que aquilo não ajudaria em nada. Como eu iria sobreviver sem meus pais? Eu precisava deles, ou seja, era hora de crescer e aprender a lidar com as pressões.

Entendi que se não aprendemos a lidar com as pressões no tempo de solteiro, correremos para o precipício dentro do casamento.

 

5. Sexo

Opa!!! Treinar o sexo antes do casamento?!?

Calminha. Não é nada disso.  Precisamos treinar, mas não na prática! Ai, ta ficando mais confuso ainda, não é? Não, não devemos praticar o sexo antes do casamento, isso é bíblico, não adianta fugir. Mas e como é que treinaremos essa área das nossas vidas?

O treinamento ocorre no cultivo da santidade. Te decepcionei? Tá precisando orar mais, hein?! :O
O fato é que essa área não pode ser negligenciada. Como falei antes, tudo passa por um treinamento e a vida sexual precisa de sua devida atenção. Muitos pensam que casar é a solução para os problemas de impureza sexual, mas isso é um grande engano.  Quem tem problemas com masturbação, pornografia, pensamentos impuros no tempo de solteiro, continuará a tê-los dentro do casamento, mas agora com um agravante: “o casamento”, ou seja, você além de pecar com tudo isso ainda estará sujeito ao adultério, entre outras coisas. Se pra quem não tinha uma vida sexual ativa essa área é complicada, imagina pra quem está a mil por hora?

Sobre o ato sexual, esse não tem segredo. Deus nos fez com instintos sexuais que se encarregam de nos direcionar e pronto! Claro que no tempo certo, próximo aos dias do casamento é interessante se informar através da literatura e curso de noivos, antes disso não precisamos nos preocupar.

A frase que despertou o tema do post de hoje foi:

Toda missão requer um treinamento!

E, é claro, não se aplica apenas aos relacionamentos. Lembre-se: o treino é importante, mas muitos dos resultados não são vistos nesse tempo e sim quando passamos a aplicar aquilo que treinamos.

Temos muito mais coisas para falar, mas é melhor deixar para outro post. 😉

Ah, e antes de finalizar quero dizer que ainda não sou casada, estou noiva e como o próprio título do post diz, estou treinando para o casamento! 🙂

 

Com amor,

 

 

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@danielle.dz

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#Testemunho | Rosângela e Edson – Ela.

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Pela fé, Rosângela perseverou sem ter recebido a promessa e continuou sonhando, assim como José e hoje vive os sonhos de Deus.

 

Eu tive uma infância difícil, com um pai alcoólatra e complexo de rejeição. As brigas em casa eram frequentes, as agressões verbais eram diárias, sentia muito medo, desamparada. Lembro-me de noites em que nem dormia com medo do que poderia acontecer durante a noite em alguma discussão entre meus pais…

Cresci e me tornei uma adolescente rebelde, cheia de crises, feridas, que procurava a todo o custo aceitação. Cada decepção fazia com que eu construísse muros ao meu redor que impediam que as pessoas se aproximassem de mim e me tornava insensível, amargurada e vazia… Usava uma máscara que fazia com que as pessoas pensassem que tudo estava bem e o vazio que existia eu tentava suprir em baladas, relacionamentos, trabalho, estudos… Mas o vazio só aumentava.

Os sonhos já não existiam mais e aos 23 anos eu era alguém a ponto de explodir. As minhas emoções eram doentes, eu me relacionava com as pessoas interessada, apenas, no que podiam me oferecer. Parecia estar tudo bem, não havia nada de diferente e eu estava quase entrando em depressão. Eu já havia procurado Deus em coisas, em lugares errados, em pessoas, mas nunca havia encontrado algo que de fato me preenchesse.

Uma noite saí pra balada (isso era normal) e durante a noite tive que ir ao banheiro para chorar. Sentia uma angústia… Ao final da noite quando voltava pra casa me questionava: “E agora? Nada mais me satisfaz!”

Nessa época eu trabalhava no centro de São Paulo e era comum os camelôs venderem CDs piratas pela rua. Em frente ao meu trabalho havia um desses camelôs que colocava os CDs para tocar e havia um que eu gostava do Diante do Trono, “Nos braços do Pai”.

Ao pegar o trem para trabalhar, havia um vagão que chamavam de “vagão dos crentes”. Eu sempre entrava neste vagão porque ficava mais próximo das escadas da estação Brás. Eu ia reclamando todos os dias do barulho que eles faziam e eles sempre cantavam a canção e, sem perceber, o Espírito Santo já estava começando uma obra na minha vida… Havia uma moça que cantava nos braços do Pai… As canções começaram a me tocar a ponto de sentir vontade de chorar.

Certa vez, no dia seguinte do retorno de uma balada, ao acordar, pensei: Eu preciso ir à igreja! Só falta isso! Decidi que naquele dia eu faria algo e minha vida iria mudar.
Eu me vesti de crente (rsrs), coloquei um vestido bem decente e fui até a casa de uma amiga e pedi para a mãe dela me levar à igreja que ela congregava. A mãe dela me levou e ao chegar lá era um culto evangelístico onde, na apresentação de uma dança, Deus falou muito comigo. A música era Quero me Apaixonar do Diante do Trono.

Eu chorava muito e naquele dia entreguei minha vida ao Senhor. Tinha certeza de que NUNCA, NUNCA, NUNCA mais eu seria a mesma. Havia uma convicção de que eu era outra pessoa e, desde então, Cristo vive em Mim!!!

Eu não fui evangelizada de forma pessoal, ninguém falou de Jesus pra mim, ninguém me disse que Ele me amava e havia se entregado por mim, mas Deus tinha um plano na minha vida e usou de estratégias para me atrair. A verdadeira paz, alegria e satisfação só são possíveis em Jesus! Eu descobri que tinha um pai amoroso, que cuidava de mim, que me aceitava, me amava… Eu tive um encontro com Deus!!! Aleluia!

Hoje eu sou feliz porque a felicidade é uma pessoa e eu me encontrei com essa pessoa. Seu nome é Jesus.

Eu me converti em uma igreja tradicional em 2005 e logo Deus me constrangeu com seu amor e santidade. Decidi que só iria me relacionar para o casamento, rompi um namoro e Deus falou claramente comigo que só voltaria a beijar novamente o meu esposo. Cheguei a pensar que fosse loucura, mas amava tanto ao Senhor que já não me importava mais em abrir mão dos relacionamentos errados.

Um dia, a convite de uma amiga, visitei uma das células da Videira da Armênia e me senti muito acolhida e amada, mas a distância era muito grande. Eu morava em Itaquaquecetuba e a célula era na zona norte. Depois disso visitei um culto e me senti desafiada a ir para a Videira, mas o que realmente me trouxe paz e convicção nessa decisão foi a forma como os jovens se relacionavam para casamento – a corte -, um relacionamento santo e com propósito. Foi quando me achei!!!

Desde então comecei uma jornada de fé, esperança, perseverança e confiança em Deus de que aquilo que Ele havia me prometido iria se cumprir. Escolhi ser fiel ao meu cônjuge antes mesmo de conhecê-lo. Decidi me guardar por amor a Deus e por amor àquele que um dia seria meu pra sempre… Fiquei reservada! “Eu Quero! Eu Escolhi! essa é a minha Decisão!”

Recebi meu chamado pastoral em 2009 e sabia que as minhas respostas teriam que me mudar. Me tornei líder de célula, me envolvi com as coisas de Deus e não poderia me relacionar de qualquer forma e com qualquer pessoa. Deus iria me casar com um homem chamado para ser pastor.

Os anos de espera pareciam não acabar. Foram 7 anos esperando a promessa se cumprir. Durante este tempo surgiram muitos questionamentos, crises, conflitos internos. Será que valia a pena esperar por algo que parecia que não iria se concretizar? Vi muitos casamentos se realizarem e o meu sonho de ter uma família, um esposo que fosse homem de Deus, que cuidasse de mim e me amasse ia ficando mais apagado em meu coração.

Em 2010 saí da Videira Armênia e fui congregar em Itaquera. Conhecia o Edson apenas de vista, fazíamos o seminário presencial juntos, mas nunca havíamos conversado. Apenas nos cumprimentávamos e não havia interesse de nenhuma das partes. Nosso relacionamento era apenas de troca de materiais do seminário por email e esporadicamente nos falávamos no Facebook. O projeto com as micro-igrejas começou e fui enviada com uma equipe de irmãos para a micro-igreja de Itaquaquecetuba. Fiquei muito feliz, pois vi a obra de Deus avançar e conquistar a região onde eu morava.

Durante este tempo não nos vimos e nem nos falamos mais. Na conferência dos vencedores de 2012, vi o Pr. Leonardo abraçando um rapaz muito quebrantado e declarando bênçãos sobre ele. Deus falou comigo naquela hora que este homem era um homem de Deus e eu iria me relacionar com ele. Na hora não compartilhei com ninguém e achei até que fosse loucura, minha alma gritando por sonhar tanto com o casamento.

Na semana seguinte à da conferência começamos a nos falar pelo Facebook. As conversas se tornaram cada vez mais interessantes e em 15 dias estávamos conversando com nossos líderes sobre o desejo de orarmos e, se houvesse a aprovação de Deus e da liderança, nos relacionar em corte.

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Foi muito rápido! Nossos líderes aprovaram e começamos a orar. Uma semana depois o Ed quebrou os 2 pés… Neste período não nos falamos por telefone, foi um tempo de depender de Deus. Não nos víamos e só falávamos pelo Facebook, mas a paz e convicção cresciam a cada dia e oramos durante 7 meses até a liberação da corte já com data para a realização do casamento.

Esta foi a carta que ele leu no telefone pra mim ao declarar seu desejo em casar-se comigo: Carta!

Nossa corte teve início. Que tempo lindo e precioso! Ao olhar a história que Deus escreveu para nós chego a me emocionar! Foram momentos marcantes e a distância fazia com que cada momento fosse desfrutado com muita alegria. O Ed estava em Itaquera e eu em Itaquá, mas nunca abrimos mão de eventos ou compromissos com a igreja local para estarmos juntos, pois sabíamos que o mais importante era o chamado de Deus para nossas vidas. O propósito nos uniria.

Ficamos noivos e nos beijamos apenas no altar…foi um momento inesquecível!!!

 

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Hoje desfruto de um casamento abençoado com um homem de Deus que me leva a estar mais próximo de Jesus e amar a sua vontade. Seremos pastores e iremos cumprir o propósito de Deus. Sou muito grata ao Senhor Jesus pelo seu zelo, proteção e amor, pelo tempo de espera, pois forjou em mim princípios eternos que hoje compartilho com as jovens que, como eu, desejam se casar e obedecer a voz de Deus. Sem Ele esse testemunho não existiria. Vale a pena honrar a Deus com as nossas vidas. Ele é o autor das mais lindas histórias de amor, Ele é o amor… Permita que ele escreva a sua, Ele irá te surpreender! O Espírito Santo irá te auxiliar nas suas fraquezas e te levará a suportar os tempos de solidão e espera.

Ao meu esposo e eterno namorado, Edson Melo, quero dizer que por mais que eu sonhasse ou idealizasse um padrão perfeito de marido, ele jamais chegaria aos seus pés. Você é o meu presente, meu amigo, meu amor, meu companheiro para toda a vida. Eu o amo com todo amor que posso expressar. Te entreguei a minha vida no altar!

 

Testemunho: Rosângela Melo

Igreja: Videira Itaquera

Cidade: São Paulo/SP

 

Leia também o testemunho dele – Edson Melo.

 

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O Diário da Zoe.

 


#Aconteceu | Seminário da Corte – Comunidade Betânia.

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No dia 08/08 (sábado) fizemos o nosso primeiro seminário da corte em nossa igreja local, a Comunidade Evangélica Betânia. õ/

 

Como sempre, Deus nos surpreendeu com tudo o que fez e como fez. Parecia um encontro com Deus só que voltado para relacionamentos. Houve libertação, cura e unção, e as dúvidas dos nossos irmãos sobre a corte foram respondidas.

 

Acompanhe o vlog!

 

 

Se você quer que o DZ ministre na sua igreja, entre em contato conosco através do e-mail: contato@odiariodazoe.com.br.

 

Grande abraço,

 

O Diário da Zoe.

 


 
 
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