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#Relacionamentos | Vida de Casada – Sozinhos?

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Semana passada comecei a falar como foram os primeiros dias de casada e as atividades que podemos fazer juntos para aproveitar todos os momentos. Hoje quero compartilhar com vocês um pouco mais do que tenho vivido depois de um dos dias mais importantes da minha vida: 15/11/2013! *____*

 

Depois do esperado “sim!”, muitas coisas mudam… O seu nome (se você escolher mudar), a sua casa e a sua família (sua família agora é o seu cônjuge e os seus pais e irmãos se tornam parentela). Outra coisa que muda é que se você se relacionou na corte, provavelmente sempre estava rodeado de pessoas para te guardar (as famosas velas), mas de um instante pro outro, todos desaparecem e você fica nesse conflito de: “cadê todo mundo?”.

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Confesso que vivi isso e nos primeiros dias de casada, quando saíamos sozinhos ou estávamos em casa eu sentia a falta da galera e para preencher esse “vazio” começamos a receber muitos discípulos em casa a ponto deles já dormirem por lá, tanto era o nosso costume de estarmos juntos. Todos adoravam isso, mas com o passar das semanas isso começou a nos atrapalhar um pouco, pois não tínhamos muitos momentos sozinhos e sempre tinha uma visita.

 

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Em um discipulado compartilhamos essa dificuldade e nosso pastor nos orientou a inicialmente banir essa pratica das visitas diárias, semanais e do pessoal dormir em casa, para que aproveitássemos esse momento de conhecimento, sozinhos. Desse dia em diante não recebemos mais ninguém em casa e começamos a fazer a lição de casa, ficando sempre juntos para nos conhecermos melhor. Foi a melhor coisa que fizemos.

 

A corte é uma ferramenta importantíssima para nos relacionarmos para o casamento, mas não podemos incorrer no erro de querer continuar a corte depois de casarmos. Isso aconteceu conosco por puro hábito, mas com certeza nos prejudicamos um pouco.

Você até deve se perguntar: “Mas qual é a importância de estarmos sozinhos? Podemos nos conhecer em meio a galera!”. O tempo para se conhecerem em meio à galera já passou. Agora o tipo de conhecimento é outro e de fato você só conhece mesmo uma pessoa depois que passa a morar debaixo do mesmo teto. Você descobre coisas que nem imaginava de manias, reações e etc.

 

 

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Fico pensando… se na corte temos algumas surpresas depois que casamos, imagine quem namora, que não conhece nada da outra pessoa? Pois no tempo de se conhecerem o casal ficou fazendo teatro para serem agradáveis, trocavam o tempo de conversa com beijos intermináveis ou discussões ciumentas.

 

Sempre citamos Eclesiastes 3 para falar do tempo de espera, mas ali cita que há tempo para todas as coisas, ou seja, há tempo de ficarmos rodeados de pessoas e há tempo de ficarmos sozinhos. 😉

 

Depois desse jejum de visitas em casa, começamos a voltar a receber pessoas, mas hoje ponderamos a questão de alguém dormir em casa ou de ir nos visitar, pois como trabalhamos secularmente, fazemos seminário, temos o discipulado e mais um monte de atividades, temos pouco tempo pra desfrutarmos sozinhos, e cada momento sozinhos é essencial para desfrutarmos da companhia um do outro.

 

 

Você tem uma experiência parecida? Compartilhe com a gente!

 

 

Um beijo!

 

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Ana Carolina Ferreira

anacarolina@odiariodazoe.com.br

@anacarolina.dz

Snap: anacarolina1705

 

19 de junho de 2015 Casamento
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